Coceira nas partes íntimas. E agora? - Dita cuja

Coceira nas partes íntimas. E agora?

Vou descrever uma situação e você me conta se te parece familiar: um ambiente público, muitas pessoas presentes, pode até ser que você esteja com pressa, correndo de lá para cá, quando de repente a natureza resolve agir: a calcinha fica presa em um recôndito desconfortável ou, pior ainda, a dita cuja começa a coçar. Suando frio, você pensa “socorro, e agora?”, porque ao menos a calcinha é fácil de se resolver, com manobras estratégicas (às vezes não muito discretas, para o nosso pesar), mas a coceira... 

Certamente é uma situação que toda mulher já passou; se ainda não, considere-se sortuda! São nesses momentos que pensamos nas maravilhas do mundo feminino (contém altas doses de ironia). E a Dita sabe como as coceiras nas partes íntimas podem ser um baita incômodo, não somente quando estamos em público. E é por isso que o blog de hoje é sobre como lidar e evitá-las. 

Bem, primeiramente precisamos ter em mente que os pruridos não advêm de apenas um fator. Muitas e muitas questões podem causá-los e vamos falar um pouquinho de algumas delas:

1- Coceiras por fissuras de ressecamento:

Quando a pele fica ressecada, é muito comum que fique com uma aparência pouco saudável, esbranquiçada e também mais sensível. É quando a pele está nesse estado mais vulnerável que podem surgir as fissuras, pequenas rachaduras ou ferimentos, que coçam bastante. Isso pois, com a abertura das fissuras, tem-se início uma tentativa cicatrização pelo corpo. Lembra quando éramos crianças e ficávamos retirando as “casquinhas” dos machucados, pois coçavam muito? É um processo bem parecido. E quando a pele está ressecada, a cicatrização se dá de forma bem mais lenta e dificultosa. Além disso, o próprio ressecamento, sem as fissuras, já é um fator para coceiras na pele.

Quem sofre bastante com esse tipo de prurido são as mulheres que estão no puerpério, sobretudo aquelas que deram a luz a seus bebês pelo parto normal. É muito comum que durante o parto, a vulva e a vagina sofram lacerações que precisarão cicatrizar, levando a esse tipo de desconforto. As mamães que realizam o parto cesárea também não escapam desse incômodo: a cicatrização dos pontos pode ser bem desafiadora!

 Por isso a importância de mantermos a pele bem hidratada, tanto através de uma boa ingestão de água quanto por cosméticos, sem nos esquecermos que nossa região íntima também precisa de cuidados!

2- Coceiras no pós-depilatório 

Quem nunca ouviu alguém dizer que usar lâminas provoca coceiras? Na verdade, a coitada da lâmina acaba tomando a culpa, mas os desconfortos no pós-depilatório vêm pelo uso incorreto dela. Vem conferir alguns dos motivos que podem causar as coceiras:

  • Uso prolongado: sabe aquele aparelho de depilação que está lá no banheiro há tempos? A lâmina já ficou cega, da fita lubrificante só restou a lembrança e ela está lá, paradinha, esperando o próximo uso – que, diga-se de passagem, vai ser péssimo -. Então. Usá-la é pedir para que a pele, no mínimo, fique irritada, com pelos encravados ou foliculites. E nem precisamos falar no risco de cortes por uma lâmina inadequada, sim?
  • Sentido incorreto: sei que pode parecer que a depilação fica mais bem feita quando passamos a lâmina no sentido contrário da raiz do pelo, mas acredite, essa simples ação poderá acarretar muitos e muitos pelos encravados. E com eles, é claro, vem de brinde a coceira e o desconforto quando os pelos começarem a crescer.
  • Falta de esfoliação: depilação e esfoliação são amigas muito próximas! Uma esfoliação feita alguns dias antes e alguns dias depois da depilação irá ajudar a evitar as coceiras no pós-depilatório, além de promover a remoção das células mortas e a regeneração da pele!

3- Coceiras por distúrbios ginecológicos

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Nem só de fatores simples podem surgir os pruridos. É de extrema importância que nos atentemos à nossa saúde íntima. Nada de ir ao ginecologista apenas quando sentir que algo está errado, viu? As consultas e exames de rotina são ótimos aliados do seu bem-estar. Veja alguns dos distúrbios ginecológicos que podem causar coceiras:

  • Infecções oportunistas: sabe a candidíase? É uma das principais causadoras de prurido na região íntima. Outras doenças, como a vaginose bacteriana e alguns tipos de infecções sexualmente transmissíveis também podem causar coceiras e desconfortos.
  • Alergias: como em qualquer outra parte do corpo, um dos principais sintomas das alergias é a coceira. Por vezes tendemos a nem cogitá-las, mas alergias relacionadas à região íntima são bem comuns. As principais reações alérgicas podem ser desencadeadas por: compostos presentes nos absorventes, por sabonetes, por preservativos e látex e, até mesmo algumas mulheres podem ter hipersensibilidade ao sêmen.
  • Desregulação na microbiota vaginal: quando o microbioma das bactérias presentes na ppk sofre alguma alteração, é problema na certa! Isso pois os micro-organismos ali presentes vivem em um equilíbrio necessário. Algumas questões podem afetar esse equilíbrio, como: higiene íntima ineficiente, que promove a proliferação de micro-organismos que não são microbiota normal ou que se multiplicarão em uma quantidade prejudicial; higiene íntima excessiva, que remove a barreira protetora natural; uso de cosméticos e sabonetes inadequados, como talcos, vaselina, produtos de higiene muito abrasivos e impróprios para a região íntima.
  • Doenças: além das infecções, outros tipos de doenças também podem causar prurido na vulva e na vagina. Um exemplo é o líquen escleroso, uma doença autoimune rara, comumente presente em mulheres na menopausa, que provoca lesões na pele na região íntima e que podem causar coceira intensa e inúmeros desconfortos.

Tendo em vista todos esses fatores, conheça seu corpo e sua dita e esteja atenta a qualquer sinal de anormalidade. Como vimos, coceiras na região íntima podem ser causadas por fatores simples, como ressecamento ou pelo pós-depilatório, mas também podem indicar condições clínicas mais preocupantes, como infecções. Não hesite em procurar ajuda médica ao menor sinal de desconforto! Todas nós merecemos qualidade de vida e bem-estar!

E essa é uma das missões da Dita Cuja: promover alívio de incômodos enfrentados pelas mulheres, desde a juventude até a velhice, através de hábitos de autocuidado essenciais!

Nossa Espuma Suave de Higiene foi pensada e desenvolvida especialmente para a região íntima. Com ativos naturais, ela promove uma limpeza adequada sem ressecar a pele, além de possuir o pH ajustado de forma que seja semelhante ao nosso pH fisiológico. Em sua formulação, possui o vinagre de maçã orgânico, que possui propriedades antissépticas, ajudando a combater os micro-organismos causadores da candidíase. Também possui o extrato de romã, rico em propriedades antimicrobianas e muito utilizado na ginecologia natural! Já o óleo essencial de melaleuca auxilia na manutenção da flora vaginal e é uma opção natural para a prevenção de candidíase.

Além disso, o Sérum Íntimo 12 em 1 possui 12 ativos naturais que irão promover inúmeros benefícios: hidratação e prevenção do ressecamento, através dos óleos de abacate e  buriti; regeneração da pele, pela vitamina E e óleos de semente de uva e de rosa mosqueta; além da prevenção de coceiras e foliculites, por meio do óleo essencial de melaleuca e pelo óleo de coco!

Cuidados íntimos são essenciais para a manutenção do nosso bem-estar integral, afinal de contas, cuidar da dita cuja é cuidar do corpo todo!

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